Convocação Para Manifestação na Editora Abril protestando sobre o não pagamento das Verbas Rescisórias de mais de 800 trabalhadores demitidos

Convidamos todos os trabalhadores da parte administrativa da Editora Abril e todas as pessoas sensibilizadas com os 800 trabalhadores demitidos pela empresa  a estarem presentes na manifestação de protesto sobre o “calote” dado nos seus 800 trabalhadores demitidos e que não receberam as Verbas Rescisórias, os 40% do FGTS e a Multa por Atraso de Pagamento, entre outros direitos individuais dos seus empregados :

 

Empresa EDITORA ABRIL

14 de Setembro de 2018 às 12:00 hs;

* Concentração na porta da Empresa a partir das 11:30 horas à

Rua Otaviano Alves de Lima, nº 4.400 – Freguesia do Ó, São Paulo

 

SUA PRESENÇA E INDISPESAVBEL PARA O SUCESSO DO NOSSO MOVIMENTO.

 

A DIRETORIA

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EMPREGADO QUE SE OPOR AO PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL/NEGOCIAL PODERÁ PERDER O DIREITO DA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO DA CATEGORIA

Procurador do Trabalho valida acordo coletivo que garante benefícios só a quem contribui com Sindicato

“Não se mostra justo que uma parcela da classe trabalhadora, em que pese não participar da vida sindical e não se engajar na busca por melhores condições de trabalho, beneficie-se de conquistas obtidas pela via do serviço de negociação coletiva.” (José Fernando Ruiz Maturana, Procurador do Trabalho em Bauru)

Quem não contribui com o Sindsaúde de Jaú e Região não tem direito às conquistas do Acordo Coletivo assinado pelo sindicato da categoria. Essa foi a decisão tomada pelo Procurador do Trabalho de Bauru José Fernando Ruiz Maturana, ao analisar queixa de funcionários que ficaram sem a cesta básica no Hospital Amaral Carvalho por não concordarem “com o pagamento da contribuição negocial ou com o desconto da contribuição sindical”.

Na decisão de arquivamento datada de 3 de julho, o procurador do Trabalho diz que um dos “queixosos” foi enfático em se dizer contra a contribuição e não contra o acordo coletivo. Por ser contra contribuir com a associação sindical, o trabalhador também não faz jus às conquistas, entende o procurador, que validou a cláusula do sindicato e mandou arquivar a reclamação dos funcionários que perderam a conquista.

Maturana citou decisão da Suprema Corte que decidiu ser necessária a autorização do funcionário para o desconto de contribuição sindical, da mesma forma apontou que sem a obrigatoriedade do desconto o sindicato é uma associação que só representa quem contribui.

Sentença pró-sindicato – “…os instrumentos coletivos não mais albergam todos os integrantes da categoria, mas apenas àqueles associados à agremiação ou que considerem vantajosos os benefícios previstos no instrumento coletivo de trabalho e aceitem pagar pelos serviços relacionados à sua celebração”, diz trecho da sentença.

Ele prossegue: “Não se mostra justo que uma parcela da classe trabalhadora, em que pese não participar da vida sindical e não se engajar na busca por melhores condições de trabalho, beneficie-se de conquistas obtidas pela via do serviço de negociação coletiva.”

Conclui dizendo que ninguém é obrigado a contribuir para a manutenção do sindicato da categoria ou de querer ou não as cláusulas do instrumento coletivo aprovadas em assembleia na sua relação individual de trabalho. Mas ressalta que a nova sistemática legal “vinculou o recebimento de benefício não previsto em lei ao pagamento pelo serviço prestado”. Ou seja, sindicato não pode trabalhar de graça para quem é contra o sindicato.

Fonte:  https://www.portalcambe.com.br/empregado-que-se-opor-ao-pagamento-de-contribuicao-assistencial-negocial-podera-perder-o-direito-da-convencao-coletiva-de-trabalho-da-categoria/

 

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Trabalhadores da Editora Abril protestam nesta sexta (10)

Administrativos, Jornalistas e Gráficos se mobilizam contra as demissões em massa na empresa

Será realizado nesta sexta-feira (10), as 13 hs em frente ao prédio da empresa na Av. Otaviano Alves de Lima nº 76, Freguesia do Ó, ao lado da Marginal Tietê, na região oeste da capital paulista, ato público em protesto contra as demissões coletivas.

As categorias rechaçam as centenas de demissões e afirmam que seguirão lutando também contra a “reforma” trabalhista que vigora desde novembro de 2017 que, entre outros, facilita demitir sem negociação prévia com os sindicatos dos trabalhadores e trabalhadoras.

Ato público dos administrativos, gráficos e jornalistas contra as demissões na Editora Abril
Data: 10 de agosto de 2018
Horário: 13h
Local: em frente ao prédio da Abril na Av. Otaviano Alves de Lima nº 76 – Freguesia do Ó (ao lado da Marginal Tietê, entre as pontes da Freguesia do Ó e do Piqueri, sentido Osasco).

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SINDADM – INDIGNAÇÃO QUANTO A DEMISSÃO EM MASSA NA EDITORA ABRIL

O SINDADM recebeu com indignação a noticia da demissão de cerca de 600 empregados da  editor Abril,  dos quais a quase totalidade pertence aos Administrativos,  o que repudiou.

Tais demissões ocorreram de forma acintosa e com certeza causando prejuízo aos trabalhadores, pois as entidades sindicais das categorias não foram consultadas e nem comunicadas sobre o assunto.

Encontra se em andamento na Justiça do trabalho, 61ª V.T. uma ação civil contra a Editora Abril, movida pelo Ministério Publico, na qual o SINDADM e parte integrante e no dia 08/08/2018 ingressou com pedido de tutela antecipada para que abril se abstenha de promover a demissão em massa e julgar nula as demissões já implementadas.

Amanha (10/08/2018), os Sindicatos dos Administrativos em conjunto com  os Jornalistas e Gráficos farão um ato contra as demissões, em frente da empresa, Unidade Marginal Tiete.

VAMOS DAS UM BASTA AOS DESMANDOS DA ABRIL.

CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS OS ADMINISTRATIVOS.

A DIRETORIA

 

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Por reforma trabalhista, OIT coloca Brasil em ‘lista suja’ de violações.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) colocou o Brasil na lista dos 24 casos que considera como as principais violações das convenções trabalhistas no mundo. Considerada como a “lista suja” da entidade, ela inclui tradicionalmente problemas de liberdade sindical, assassinato de líderes trabalhistas ou irregularidades na aplicação de convenções da OIT. O governo brasileiro respondeu de forma dura, denunciando uma “pesada injustiça” e falando de “sabotagem”.

O que levou o Brasil a fazer parte da lista é a reforma trabalhista, considerada como potencialmente capaz de violar convenções internacionais. Agora, a Comissão de Aplicação de Normas da OIT irá avaliar o caso do governo brasileiro nas próximas duas semanas.
O Estado apurou que nas comissões de trabalhadores, o Brasil foi amplamente citado. Mas houve uma forte resistência por parte dos empresários e, do lado do Itamaraty, um lobby intenso foi feito para tentar evitar que o País apareça como um dos piores casos de violação do mundo. A pressão do governo, porém, fracassou.

Em 2017, movimentos trabalhistas conseguiram fazer com que a OIT chegasse a abrir uma avaliação sobre o Brasil, apontando para denúncias contra de violações dos direitos dos trabalhadores estipulados pela Reforma Trabalhista. Mas o pais acabou não entrando na lista dos 24 casos prioritários, já que a reforma ainda não tinha entrado em vigor.

Agora, o Brasil passará a ser alvo de um intenso exame pela Comissão de Aplicação de Normas da OIT. Na prática, isso obrigará o governo a dar respostas e ser examinado por peritos.

FONTE: Estadão.com
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Juízes questionam validade de parecer sobre reforma trabalhista.

A Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho) contestou parecer do Ministério do Trabalho e Emprego divulgado nesta terça-feira (15) sobre a aplicação da reforma trabalhista. No parecer, o ministério sustenta que a … – Veja mais em  https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/05/15/associacao-de-juizes-questiona-validade-da-reforma-trabalhista.htm?cmpid=copiaecola

 

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Mercado projeta novo corte na taxa de juros

FONTE: O Estado de S. Paulo

Em um cenário de recuperação lenta da atividade e inflação baixa, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central inicia nesta terça-feira, 15, sua reunião de dois dias para decidir o novo patamar do juro básico no Brasil. A expectativa da maioria dos economistas do mercado financeiro é de que a taxa Selic, hoje em 6,50% ao ano, caia mais 0,25 ponto porcentual na quarta-feira, 16, para 6,25% ao ano. Se confirmado, este será o menor valor da história para a taxa básica.

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